Inspeção: Planta — Alecrim-do-campo — artepillina C e própolis verde
Publicado em 21 de agosto de 2026
Escopo
Inspeção educacional de Alecrim-do-campo (Baccharis dracunculifolia DC.) a partir do catálogo de plantas do Inspetor BudGanja. Este relatório reúne a ficha pública com o método verificável do laboratório — não é protocolo clínico e não substitui orientação profissional de saúde.
Nota metodológica: auditoria independente BudGanja com base na ficha em /plantas/alecrim-do-campo/. Conteúdo apenas educacional.
Objeto inspecionado
Campo
Valor
Nome popular
Alecrim-do-campo
Nome científico
Baccharis dracunculifolia DC.
Família
Asteraceae
Categoria no hub
Plantas medicinais
Slug no catálogo
`alecrim-do-campo`
Data da inspeção
2026-08-21
Resumo
Arbusto nativo do Cerrado (Baccharis dracunculifolia) — alecrim dourado / vassourinha; fonte botânica da própolis verde (artepillina C). Não confundir com o alecrim de cozinha (Salvia rosmarinus).
Partes usadas
Folhas e ápices vegetativos (infusão tradicional)
Flores / inflorescências amarelo-ouro
Resina dos brotos (colheita pelas abelhas → própolis verde)
Usos tradicionais (catálogo)
Infusão popular de folhas e flores (ofício cultural, não posologia clínica)
Tradição digestiva, respiratória e de bochechos antissépticos
Fonte botânica da própolis verde brasileira (Apis mellifera)
Espécie pioneira em recuperação de áreas degradadas (contexto ecológico)
Cuidados
Contraindicado em gravidez e lactação. Não recomendado a menores de 12 anos. Diabéticos sob hipoglicemiantes: monitorizar glicose — o chá não substitui fármaco. Evitar uso excessivo ou prolongado sem orientação. Não confundir com alecrim de cozinha (Salvia rosmarinus) nem com carqueja (Baccharis trimera). Conteúdo educacional — evite automedicação.
Identidade e etimologia
Alecrim-do-campo, alecrim dourado e vassourinha nomeiam Baccharis dracunculifolia DC. (Asteraceae) — arbusto nativo da América do Sul, frequente no Cerrado. O epíteto dracunculifolia descreve a folha estreita («folha de dragúnculo»). Não é o alecrim de cozinha (Salvia rosmarinus, Lamiaceae). Galhos maduros secos e quebradiços; folhas lanceoladas verde-brilhante, denteadas nos brotos; inflorescências amarelo-ouro sem pétalas. Mesmo género que a carqueja (B. trimera), espécie distinta.
Foto de campo do Inspetor BudGanja (21 de agosto de 2026) — arbusto denso em jardim doméstico, folhas estreitas empacotadas nos ramos:
Química e marcadores
Marcador
Notas
Artepillina C (ácido 3,5-diprenil-p-cumárico)
Marcador fenólico prenilado das gemas e da própolis verde brasileira — o elo químico mais citado entre a planta e o produto das abelhas.
Baccharina e drupanina
Ácidos p-cumáricos prenilados congéneres — perfil partilhado entre ápices vegetativos e própolis verde.
Partes aéreas e própolis — contribuição fenólica além dos ácidos prenilados.
Óleo essencial ((E)-nerolidol, espatulenol)
Fracção volátil das folhas e brotos; o nerolidol é o constituinte mais citado da fracção aromática.
Limites da leitura química: perfis variam por cultivar, parte usada, secagem e preparo. Isto não é protocolo clínico nem laudo de produto.
Usos e benefícios (contexto educacional)
Tema
Como o laboratório enquadra
Fonte botânica da própolis verde
Apis mellifera colhe resina dos brotos e ápices — o produto das abelhas concentra marcadores da planta (artepillina C). Elo com a ficha da abelha. Isto não é endosso de suplemento.
Infusão tradicional (folhas e flores)
Guias populares descrevem infusão curta de folhas/flores secas após a fervura (água off o fogo). O laboratório trata isto como ofício cultural, não como posologia clínica nem tratamento de diabetes.
Tradição digestiva, respiratória e tópica
Uso popular em dispepsia/gases, vias respiratórias e bochechos antissépticos. Interesse científico (anti-inflamatório, antioxidante, antimicrobiano em modelos) não substitui diagnóstico nem fármaco.
Interesse glicémico (não é tratamento)
Compostos fenólicos estudados em modelos de glicemia — não substituem metformina nem outro hipoglicemiante. Risco de hipoglicemia se combinado com fármaco.
Limites da evidência: tradição popular e interesse científico não substituem diagnóstico, prescrição ou acompanhamento profissional.
Cuidados reforçados
Contraindicado em gravidez e lactação (tradição emenagoga; risco de contracção uterina citado em guias de segurança). Não recomendado a menores de 12 anos. Diabéticos sob hipoglicemiantes: monitorizar glicose — o chá não é terapêutica. Evitar uso excessivo ou prolongado sem orientação (sobrecarga renal citada em guias populares). Distinguir da carqueja e do alecrim. Conteúdo educacional — evite automedicação.
Educational inspection of Field rosemary (alecrim-do-campo) (Baccharis dracunculifolia DC.) from the Inspetor BudGanja medicinal plants catalog. This report restates the public plant sheet with a verifiable lab method — it is not a clinical protocol and does not replace professional health advice.
Method note: independent BudGanja audit based on the catalog entry at /plantas/alecrim-do-campo/. Educational content only.
Inspected object
Field
Value
Common name
Field rosemary (alecrim-do-campo)
Scientific name
Baccharis dracunculifolia DC.
Family
Asteraceae
Catalog slug
`alecrim-do-campo`
Inspection date
2026-08-21
Summary
Cerrado native shrub (Baccharis dracunculifolia) — golden rosemary / vassourinha; botanical source of Brazilian green propolis (artepillin C). Do not confuse with kitchen rosemary (Salvia rosmarinus).
Parts used
Leaves and vegetative apices (traditional infusion)
Flowers / golden inflorescences
Bud resin (collected by bees → green propolis)
Traditional uses (catalog)
Folk infusion of leaves and flowers (cultural craft, not clinical posology)
Digestive, respiratory and antiseptic-rinse tradition
Botanical source of Brazilian green propolis (Apis mellifera)
Pioneer species in restoring degraded land (ecological context)
Cautions
Contraindicated in pregnancy and nursing. Not recommended under age 12. People on hypoglycemics: monitor glucose — tea does not replace medicine. Avoid excessive or prolonged use without guidance. Do not confuse with kitchen rosemary (Salvia rosmarinus) or carqueja (Baccharis trimera). Educational — avoid self-medication.
Identity and etymology
Field rosemary, golden rosemary and vassourinha name Baccharis dracunculifolia DC. (Asteraceae) — a South American shrub common in the Cerrado. The epithet dracunculifolia describes the narrow leaf. Not kitchen rosemary (Salvia rosmarinus, Lamiaceae). Mature twigs dry and brittle; bright-green lanceolate leaves, toothed on young shoots; petal-less golden inflorescences. Same genus as carqueja (B. trimera), a different species.
Field photo by Inspetor BudGanja (21 August 2026) — dense garden shrub with packed narrow leaves:
Chemistry and markers
Marker
Notes
Artepillin C (3,5-diprenyl-p-coumaric acid)
Prenylated phenolic marker of buds and Brazilian green propolis — the most cited chemical link between the plant and the bee product.
Baccharin and drupanin
Congener prenylated p-coumaric acids — profile shared by vegetative apices and green propolis.
Aerial parts and propolis — phenolic contribution beyond prenylated acids.
Essential oil ((E)-nerolidol, spathulenol)
Volatile fraction of leaves and shoots; nerolidol is the most cited constituent of the aromatic fraction.
Limits of chemical readout: profiles vary by cultivar, plant part, drying and preparation. This is not a clinical protocol or product assay.
Uses and benefits (educational context)
Theme
How the lab frames it
Botanical source of green propolis
Apis mellifera collects resin from buds and apices — the bee product concentrates plant markers (artepillin C). Link to the honeybee sheet. This is not a supplement endorsement.
Traditional infusion (leaves and flowers)
Folk guides describe a short infusion of dried leaves/flowers after the boil (heat off). The lab treats this as cultural craft, not clinical posology or diabetes treatment.
Digestive, respiratory and topical tradition
Folk use in dyspepsia/gas, airways and antiseptic rinses. Scientific interest (anti-inflammatory, antioxidant, antimicrobial in models) does not replace diagnosis or medicine.
Glycemic interest (not a treatment)
Phenolics studied in glycemic models — do not replace metformin or other hypoglycemics. Hypoglycemia risk if combined with drug.
Limits of evidence: folk tradition and scientific interest do not replace diagnosis, prescription or professional care.
Reinforced cautions
Contraindicated in pregnancy and nursing (emmenagogue tradition; uterine-contraction risk cited in safety guides). Not recommended under age 12. People on hypoglycemics: monitor glucose — tea is not therapy. Avoid excessive or prolonged use without guidance. Distinguish from carqueja and rosemary. Educational — avoid self-medication.
Inspección educativa de Alecrim-do-campo (romero de campo) (Baccharis dracunculifolia DC.) del catálogo de plantas medicinales del Inspetor BudGanja. Este informe reúne la ficha pública con método verificable del laboratorio — no es un protocolo clínico y no sustituye orientación profesional de salud.
Nota metodológica: auditoría independiente BudGanja a partir de la ficha en /plantas/alecrim-do-campo/. Solo contenido educativo.
Objeto inspeccionado
Campo
Valor
Nombre popular
Alecrim-do-campo (romero de campo)
Nombre científico
Baccharis dracunculifolia DC.
Familia
Asteraceae
Slug del catálogo
`alecrim-do-campo`
Fecha de inspección
2026-08-21
Resumen
Arbusto nativo del Cerrado (Baccharis dracunculifolia) — romero dorado / vassourinha; fuente botánica del propóleo verde brasileño (artepilina C). No confundir con el romero de cocina (Salvia rosmarinus).
Partes usadas
Hojas y ápices vegetativos (infusión tradicional)
Flores / inflorescencias amarillo-oro
Resina de brotes (cosecha por abejas → propóleo verde)
Usos tradicionales (catálogo)
Infusión popular de hojas y flores (oficio cultural, no posología clínica)
Tradición digestiva, respiratoria y de enjuagues antisépticos
Fuente botánica del propóleo verde brasileño (Apis mellifera)
Especie pionera en recuperación de áreas degradadas (contexto ecológico)
Cuidados
Contraindicado en embarazo y lactancia. No recomendado menores de 12 años. Diabéticos con hipoglucemiantes: monitorizar glucosa — el té no sustituye fármaco. Evitar uso excesivo o prolongado sin orientación. No confundir con romero de cocina (Salvia rosmarinus) ni carqueja (Baccharis trimera). Contenido educativo — evite automedicación.
Identidad y etimología
Alecrim-do-campo, alecrim dourado y vassourinha nombran Baccharis dracunculifolia DC. (Asteraceae) — arbusto nativo de Sudamérica, frecuente en el Cerrado. El epíteto dracunculifolia describe la hoja estrecha. No es el romero de cocina (Salvia rosmarinus, Lamiaceae). Ramas maduras secas y quebradizas; hojas lanceoladas verde brillante, dentadas en brotes; inflorescencias amarillo-oro sin pétalos. Mismo género que la carqueja (B. trimera), especie distinta.
Foto de campo del Inspetor BudGanja (21 de agosto de 2026) — arbusto denso de jardín, hojas estrechas:
Química y marcadores
Marcador
Notas
Artepilina C (ácido 3,5-diprenil-p-cumárico)
Marcador fenólico prenilado de yemas y del propóleo verde brasileño — el vínculo químico más citado entre la planta y el producto de las abejas.
Baccharina y drupanina
Ácidos p-cumáricos prenilados congéneres — perfil compartido entre ápices vegetativos y propóleo verde.
Partes aéreas y propóleo — contribución fenólica además de los ácidos prenilados.
Aceite esencial ((E)-nerolidol, espatulenol)
Fracción volátil de hojas y brotes; el nerolidol es el constituyente más citado de la fracción aromática.
Límites de la lectura química: los perfiles varían según cultivar, parte usada, secado y preparación. Esto no es protocolo clínico ni análisis de producto.
Usos y beneficios (contexto educativo)
Tema
Cómo lo enmarca el laboratorio
Fuente botánica del propóleo verde
Apis mellifera recolecta resina de brotes y ápices — el producto de las abejas concentra marcadores de la planta (artepilina C). Vínculo con la ficha de la abeja. Esto no es endoso de suplemento.
Infusión tradicional (hojas y flores)
Guías populares describen infusión corta de hojas/flores secas tras el hervor (fuego apagado). El laboratorio lo trata como oficio cultural, no como posología clínica ni tratamiento de diabetes.
Tradición digestiva, respiratoria y tópica
Uso popular en dispepsia/gases, vías respiratorias y enjuagues antisépticos. El interés científico no sustituye diagnóstico ni fármaco.
Interés glucémico (no es tratamiento)
Fenólicos estudiados en modelos de glucemia — no sustituyen metformina ni otro hipoglucemiante. Riesgo de hipoglucemia si se combina con fármaco.
Límites de la evidencia: la tradición popular y el interés científico no sustituyen diagnóstico, prescripción ni seguimiento profesional.
Cuidados reforzados
Contraindicado en embarazo y lactancia (tradición emenagoga). No recomendado menores de 12 años. Diabéticos con hipoglucemiantes: monitorizar glucosa — el té no es terapéutica. Evitar uso excesivo o prolongado sin orientación. Distinguir de carqueja y romero. Contenido educativo — evite automedicación.